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PR 5 SMP - Trilho do Corgo

FotoGrupo TrilhodoCorgoO percurso de pequena rota (PR) que trilhamos, com início e fim, na localidade de Alvações do Corgo – Vila Real, percorre algumas encostas do Douro Vinhateiro, do concelho de Santa Marta de Penaguião, cuja paisagem cultural e humana, integra em Portugal, um dos locais com o título de Património Mundial da Humanidade, título atribuído pela UNESCO.

Não sendo fácil, ter trilhos maioritariamente em terra, pelo menos nesta zona de Santa Marta, onde o PR 5 – Trilho do Corgo foi idealizado, este tem, na opinião geral dos participantes desta actividade, um pouco mais de asfalto do que por norma, os caminheiros desejam encontrar em percursos pedestres.

Também não será fácil, encontrar os mesmos, a não ser que se percorram os caminhos por entre os vinhedos e os socalcos, certamente dentro de propriedades privadas, pelo que este Trilho do Corgo, o assim faz, em algumas partes do seu percurso.

Voltando ao início e à caminhada em si, de Alvações começamos por descer em direcção ao rio Corgo, por ruelas e estradas da localidade, cruzando ainda a antiga linha ferroviária do Corgo, há muito desactivada e agora transformada numa ecopista, entre a Régua, Vila Real e Chaves.

Desde o Corgo, a primeira subida do dia até à igreja de S. João Baptista de Lobrigos, que vencemos inicialmente por um bonito caminho entre vinhas de uma quinta e depois por estrada, até ao largo da igreja, onde descobrimos a forma de colocar um selo branco, no passaporte do Douro e onde, entre dois dedos de conversa, se descansou um pouco, para a subida seguinte.

De novo ao caminho, atravessamos Lobrigos, observando o casario, ora novo, remodelado ou abandonado, cumprimentando os locais, como é de todo indicado e de respeito, dos quais chegamos a ter, propostas para degustar os seus vinhos, mas a manhã ainda ia curta e o álcool não seria o melhor aperitivo, para o que se seguiria, as subidas mais ingremes do percurso, até ao ponto mais alto que teríamos de alcançar, a capela de S. Pedro (442m) e as suas belíssimas vistas, para os meandros do rio Douro e a bonita cidade do Peso da Régua, que ao fundo o abraça.

Aproveitamos o miradouro e enquadramos as vistas do mesmo, na nossa fotografia de grupo e depois, por sugestão do caminheiro José Carvalho, saímos um pouco do trilho marcado e fomos apreciar outras vistas para o Douro, mais à esquerda e na direcção do Pinhão, o que foi deveras interessante, pois neste ponto não havia eucaliptos a “estorvar” a deslumbrante vista, que tínhamos desde os socalcos da vinha e para todos os lados que os nossos olhos se virassem.

Satisfeitinhos pelo deslumbre anterior, iniciamos a descida por um caminho de terra, que dentro dos vinhedos e os seus socalcos, se desceu aos esses, até à aldeia de Vila Maior, encastrada longitudinalmente entre os vinhedos, ao longo da estrada que a percorre, vista comprovada mais tarde, aquando da subida para o local do início da caminhada.

A descida continua depois da aldeia até às margens do Corgo, onde junto a uma ponte que o atravessa, encontramos o lugar ideal, para aí fazermos a nossa pausa para o almoço, que cada um carregava, mais os bolinhos de bacalhau, que um trouxe e a todos ofereceu.


Uma vez mais satisfeitos do descanso no local mais bucólico que poderíamos encontrar, fresco e ao som das águas correntes e, de barriga composta, demos início à última subida, desde o portão da Quinta das Minas, vinha acima, sempre atentos às paisagens circundantes, plenas de socalcos vinhateiros e na observação dos céus, onde pontilhavam pequenas nuvens brancas e duas aves de rapina, que os olhares mais atentos descobriram e outros tentavam identificar e assim, enquanto a discussão seguia, uma vez mais se chegou à estrada, depois de nova remessa de esses, que o caminho nos ofereceu.

Não voltaríamos à terra, nem a sair da estrada, até à igreja de Alvações, dando por fim à mais uma bela caminhada, organizada pelo Alto Relevo – Clube de Montanhismo de Valongo, desta vez no Douro Vinhateiro e num percurso que merece ser percorrido de novo, noutra altura, talvez no princípio do Outono, quando as paisagens que vimos, obtém outras cores, com as folhas castanhas, amarelas e arroxeadas, dando outra tonalidade ao que já adoramos ver.

Até á próxima caminhada.

Valdemar Freitas

Ver fotografias da actividade aqui

 

Logística e números da actividade:


Dia: 03-04-2022

Participantes sócios: 12

Pontos de Encontro: Ermesinde e local de partida – Alvações do Corgo

Início da marcha: 9:23 h

Fim da marcha: 13:40 h

Tempo em Movimento: 3:04:06

Distância: 11,51 Km

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