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Nº de participantes: 13 

 
Partida de Valongo, cerca das 9,00h
 
Os participantes neste TRILHO DAS LENDAS DE FIGUEIRA -  foram: Arnaldo Costa, António e Rosa Oliveira, Orquídea Lima, António Pinto, José e Dulce Nunes, Margarida Ferreira, Gabriel Coelho, Alice e Davide Ribeiro, Luís Teixeira e Cinda Rodrigues.
 
Chegados a Figueira - Penafiel, por volta das 9,30h, iniciou-se o trilho pelo meio de campos e levadas até chegarmos a umas grandes penhas, onde o grupo se reuniu para retemperar forças e de onde se poderiam observar, ao longe, as Serras do Porto. Retomado o caminho, chegamos até ao marco geodésico, onde uns elementos mais afoitos subiram para as fotos da praxe. Depois seguimos monte abaixo, até chegarmos ás levadas que alimentam o conjunto de moinhos de Figueira que nos encantou por estar esse mesmo conjunto disposto em cascata, desde o alto do monte até ao casario. Acabado este trilho pedestre (TP-1), o grupo decidiu caminhar até ao museu da broa na aldeia próxima de Capela e que, estando fechado, deu para apreciar a cascata do ribeiro da Trunqueira que alimentava os diversos moinhos.

Terminamos a caminhada, não sem antes passarmos por Quintandona, para refrescarmos a garganta e cantarmos, com a devida degustação do bolo de "aniversário", os parabéns a um elemento feminino do grupo.

Mais uma caminhada bem sucedida.

Nº de participantes: 17 + 2 canídeos
 
Partida do Porto Extremo, cerca das 8,40, rumo à Serra da Arada, onde nos encontramos na aldeia de Silveiras.
 
Após a reunião do pessoal, partimos em direção à capela de Santa Bárbara, descendo depois em direção à aldeia de Cortegaça, onde nos esperava, para além de uma maravilhosa paisagem, um belo pomar de tangerinas e laranjas que nos amaciaram o brutal caminho. Subimos, de novo, a serra para descermos em direcção a Meitriz, onde aproveitaríamos o parque de merendas à beira-rio, para retemperar forças. Entretanto um dos canídeos feriu-se numa pata, o que obrigou o nosso coordenador, Luís Teixeira, a desviar-se da nossa companhia para socorrer o dono que o esperaria em Janarde e de onde seguiriam para os carros, tendo o dono seguido para o Porto, com os referidos canídeos. Tornamos a subir a serra, desta feita, em direcção a Janarde que encontramos após uma brutal descida.
Após desfrutarmos da magnífica paisagem no miradouro dessa aldeia, empreendemos o caminho de regresso, reiniciando, agora em sentido inverso, as subidas e descidas, qual carrossel humano, tendo grande parte do grupo chegado à capela de Silveiras, onde nos encontraríamos com o coordenador Luís Teixeira, com fortes dores nas pernas, mas prontos para a próxima caminhada, pois uma vez que ninguém morreu, todos se tornaram mais fortes.
No regresso e passando pela bonita cidade de Arouca, o grupo, menos 1 carro com 5 pessoas, abasteceu-se de doces regionais e mais uns petiscozinhos doces, numa confeitaria local.

PR 5 Lagoas de Bertiandos e S. Pedro D’ Arcos   25-02 2018

Nº de participantes: 43 e 1 infante (Santiago) + 1 canídeo (Nina)

Partida do Porto cerca das 8,20h

Os participantes neste TRILHO DA ÁGUA - PR5, após a partida do Porto, reuniram-se no Parque do Centro de Interpretação Ambiental das LAGOAS DE BERTIANDOS, onde se reuniram mais 2 carros e 1 motorizada, tendo-se feito as já costumeiras fotos de grupo, algumas das quais com bastante criatividade e rumando depois ao Centro de Interpretação que, por azar, nesse dia estava fechado.

Partiu então o grupo em direcção aos passadiços das Lagoas, passando pelo Parque de Merendas da Quinta dos Pentieiros, com interessantes motivos decorativos e pela ponte da Freixa, entrando depois pelos passadiços propriamente ditos. Depois dessa passagem, tivemos um extra que foi a visita a um casal de cegonhas que nos miravam do alto do seu ninho. Será que estariam à escolha do casal a quem dariam o seu "presente"?

Continuamos a nossa senda, esperando que o simpático casal de pernaltas não levassem a sua missão tão a sério, pelo menos connosco, e fomos surpreendidos com a majestade do Solar de Bertiandos, cuja história já vem do séc. XV.

Quase em frente, e desfrutando de uma bela floresta, nas margens do rio Lima, o grupo ocupou as várias mesas e retemperou forças, com o que cada um trazia nas suas mochilas. Após esse momento de convívio retomamos o caminho de volta e como à chegada tínhamos só feito cerca de 14 Kms, um grupo mais afoito (os veteranos de sempre), fez mais um pequeno percurso com cerca de 1,5 Km pelos passadiços de S. Pedro de D'Arcos.

Para premiar o sucedido e chegados ao parque de estacionamento, o casal Oliveira surpreendeu o veterano José Nunes, com um belo bolo e uma bela pinga de champanhe, servido nuns originais copos, tendo todos feito coro - afinadinho - cantando os parabéns, fazendo-o mesmo corar este ilustre caminhante. Terminámos com umas belas bolas!!!!! de berlim em Viana do Castelo.

Por estas e por outras, caminhar com este grupo é a loucura total!

Coordenador – Luís Teixeira

Secretária – Cinda Rodrigues

BAIÑA - CHAN DA LAGOA - BAIONA

14 de Janeiro de 2018

Nº de participantes: 26 + 2 canídeos (Reia e Vindouro), divididos por 6 carros.

 
Partida do Porto cerca das 8,20h
 
Início da caminhada por volta das 10,00h, em Baiña - Baiona - Galiza.  O Circuito circular de cerca de 15 Kms., começou após se ter resolvido um imprevisto num dos carros participantes. A subida para o Outeiro dos Lameiros, onde se puderam observar marcas pré-históricas nas rochas, fez-se tranquilamente. Aí chegados aproveitamos para um pequeno reforço alimentar e continuar a visionar as diversas rochas gravadas. Seguimos depois, monte acima, onde pudemos desfrutar das magníficas vistas sobre a bacia de Baiona e as ilhas Cies. O caminho fez-se em parte por um lindo empedrado, por onde corria abundante água e onde pastavam alguns cavalos. A paragem para almoço, fez-se numa pequena aldeia, de granito, tendo depois os grupo continuado o caminho até um miradouro, onde se via com mais clareza a baía de Baiona e as ilhas Estelas e Cies. Depois das habituais fotos, descemos o monte em direcção a Baiña, onde acabaríamos a nossa caminhada, mas não a nossa aventura que acabou, isso sim, com um belo repasto numa hamburgueria local, na localidade de Tomiño, onde todos tivemos.....
Bom apetite!
 
O Coordenador: Luís Teixeira
A Secretária: Cinda Rodrigues

TRILHO DO VENTO - 12 DE NOVEMBRO DE 2017

Nº de participantes: 23 + 3 canídeos (Nina, Reia e Vindouro)

Partida do Porto cerca das 8,10h

Os participantes neste TRILHO DO VENTO - PR-10 foram: Arnaldo Costa, Noémia Peres, Vladimiro Pereira, Lino Santos, José Carlos Gomes, Rosa Oliveira, Orquídea Lima, Raybel Muñoz, Mário Dantas e esposa, Valdemar Freitas, Beatriz Silva, Augusto Monteiro, José e Dulce Nunes, Maria da Graça Freitas, Margarida Ferreira, Ana Rodrigues, Luís Rui, Joaquim Seca, Célia Vieira, José Paulo e a secretária Cinda Rodrigues.

Início da caminhada por volta das 10,00h, em  Moreira de Rei - Fafe, depois da vinda do padeiro (parece mentira mas o grupo esgotou o stock de pastéis e aliviou o padeiro de algumas regueifas - correu-lhe bem o dia.). O Circuito circular de cerca de 14 Kms.,  acabou por ser de cerca de 17 Kms, com as incursões aventureiras de um elemento emérito. Mas como este grupo anda a fazer umas médias bem jeitosas, ainda chegamos ao Porto antes das 18,00h, hora a que supostamente se acabaria o trilho.  O trilho, pelos caminhos das eólicas e com passagem pela "casa do penedo", construção no alto da serra de Fafe, de estilo Flinstones, onde se fez a 1ª paragem para reforço alimentar e agrupamento dos participantes, para se seguir até aos próximos penedos e desfrutar-se de uma vista privilegiada, nomeadamente do monte Farinha, mais conhecido por monte da Srª da Graça. Após as esperadas fotos e foto de grupo, seguimos para Várzea Cova onde se fez a paragem para almoço. Depois de almoço o grupo subiu, subiu, subiu, por túneis e caminhos de silvas, de novo até ás eólicas, retomando assim o trilho e as admiráveis vistas, até ao Parque eólico das Terras Altas de Fafe, onde fizemos a 3ª paragem para lanchar e iniciarmos a descida até Vilela e Moreira de Rei e darmos assim por terminada esta caminhada, por terras de Fafe.

Resta dizer que neste trilho alguns dos elementos femininos se forneceram de Frades. Bom apetite!

Beijinho

O Coordenador: Luís Teixeira

A Secretária: Cinda Rodrigues

Caminhada Carrazeda/Verin 7 e 8 de Outubro 2017

Nº de participantes: 10 + 2 canídeos  (Reia e Vindouro)

Partida de Valongo (LIDL) cerca das 10,40h em 2 viaturas:

Viatura 1 - Arnaldo, Orquídea Lima, José Cruz e Lino Santos
Viatura 2 - Paulo Cardoso, Mara Lima e filho e Margarida Ferreira.

Chegada a Ribeira de Fraga pelas 13,30h (confirma a hora Cinda), com um belo dia de sol, onde a malta se juntou aos companheiros José Paulo Correia e Cinda Rodrigues. Após a montagem das tendas-abrigo para essa noite, passou-se à degustação dum breve almoço, com um final de aletria, e passou-se à 1ª caminhada do dia, um circuito circular de cerca de 5 Kms., onde pudemos observar o belo vale em cima de belas fragas, bem como portentosas fragas com registos pré-históricos. Já quase no fim deste circuito, pudemos entrar numa caverna, cavada numa fraga altaneira, onde toda a malta pôde fazer umas belas fotos em grupo.

Chegados ao acampamento, começou a preparação do fogo para o jantar partilhado, bem como da iluminação para a passagem no exterior da noite escura.

Acabado o repasto, passou-se à 2ª caminhada do dia - neste caso, da noite - passando por Cubo e de volta ao acampamento, num percurso de cerca de 10Km, com subidas e descidas suaves, com uma bela lua por companhia e que iluminava bastante o caminho. Pudemos apreciar as diferenças de temperatura entre as áreas mais altas e os vales, junto ao rio que variavam de uma temperatura amena no alto, até uma arrepiante brisa, conforme se descia para o rio. De novo no acampamento, saboreamos uma pequena magustada, mais um pouco de sobremesa (doce da Mara e aletria da Cinda). 

Tendo os mais madrugadores (Lino e Orquídea) saído da "toca" por volta das 7,00h da gélida manhã, começou-se a preparar o fogo para um pequeno-almoço frugal, após o que rumamos para Carrazedo de Montenegro, para um reforço alimentar mais substancial e, sobretudo, quente. Após as "demarches" matinais e findo o cafezinho, rumamos a Verín - Espanha, já com um belo solzinho que prometia um bom dia de caminhada. Chegados a essa linda cidade galega, dirigimo-nos ao Castelo de Monterrei, onde fizemos uma visita pormenorizada, desde o seu mosteiro até ás 2 torres, o que nos levou toda a parte da manhã e, quando nos encaminhávamos para um local aprazível com vistas ao almoço e já sob um sol abrasador, eis que um grupo de boas senhoras e cavalheiros nos oferecem água, empanadillas e tortilla de batata.

Depois deste repasto surpresa encaminhamo-nos para os carros, passando por um belo trilho à margem do Tâmega, que por lá se escreve Támega, não sem antes nos irmos sentar à beira-rio, na esplanada dum pequeno café, onde degustamos o dito e um pouco de Orujo, para desentupir os "canais" da poeira do caminho, e uns/umas mais afoitos fizeram-se à ramada de uvas americanas (bem boas).

Desta forma, demos por terminada a nossa caminhada de fim-de-semana, do mês de Outubro.

O Coordenador: Luís Teixeira

A Secretária: Cinda Rodrigues

Caminhada Parambos, S. Bartolomeu 20-08 -2017

Partida do Porto, local combinado, cerca das 6.00H

Nº de participantes, muitos e os canideos, Nina e Vindouro.

Chegada a Parambos à hora combinada, dia excelente para a actividade.

A Memorável 9ª caminhada, contou com um numero recorde de participantes, para cima de muitos, o ambiente, festivo e alegre deu aso a uma amistosa mistura de gentes e natureza.

O percurso, dócil permitiu a alegre camaradagem e convívio.

O melhor veio depois, um almoço convívio estava à espera dos participantes, e foi muito bem recebido. Entretanto, passaram umas rifas a propósito de um dito presunto, e como nada é por acaso, na aldeia mais Sportinguista de Portugal, a vitória foi caseira, visto que a vencedora é uma verdadeira desportista e Sportinguista de coração; “Parabéns Isabel”.

Assim, e com a Taça na “Mala”, regressaram a casa os felizes caminheiros.

Sobre este evento, mais não digo e caso queiram saber, vão ao Facebook do Luis Rui, que muito e bem descreveu o acontecimento.

Feitas as contas, e as despedidas, regressamos a casa.

Obrigado pela vossa participação, até uma próxima,

Cinda Rodrigues e Luis Teixeira

 

Caminhada EcoVia Arcos de Valdevez 23-07-2017

Nº de participantes, 21 e 1 canideo, Nina

Partida do Porto, local combinado, cerca das 8.00H

Chegada a Jolda S. Paio, por volta das 9,30H, com um belo dia de verão.

Do Porto, saímos 19, em Jolda, 2 camaradas juntaram-se ao grupo.

Este percurso, em reta, fez com que tivéssemos que fazer uma pequena logística diferente do habitual.

Iniciamos a caminhada, de aproximadamente 22,5Km, cerca das 10,30H. Este percurso, situado ao longo dos rios, primeiramente o Lima e depois o Vez, refrescaram a caminhada que se previa quente. Tal como previsto e recomendado, houve tempo para alguns banhos naquelas excelentes águas.

Na vila dos Arcos, foi tempo para almoço e café, retemperando assim o grupo para a segunda etapa, Ponte de Vilela.

O dia esteve espetacular, mas o percurso ao longo do rio, e geralmente à sombra das arvores, manteve uma frescura constante no grupo. Os mais acalorados, aproveitaram as águas frescas e límpidas por mais do que uma vez.

O grupo chegou ao destino cerca das 16,30H, foi um andamento muito bom, e enquanto se fez a logística para o regresso com os condutores, o resto do grupo aproveitou para descansar e “visitar” a ponte, de origem medieval, com os seus arcos em ogiva.

Feitas as contas, e as despedidas, regressamos a casa.

Obrigado pela vossa participação, até uma próxima,

Cinda Rodrigues e Luis Teixeira

Sábado 27 de Maio

Participantes: 18

Arnaldo Costa, Isabel Rocha, José Costa, Mara Lima e João Bezerra, Isabel Mortágua, Luís Teixeira, Júlio Portela e Helena F, Lino Santos, Cinda Rodrigues, A. Cardoso e Madalena
Vladimiro Pereira, Noémia Peres, Ju e Teresa Pereira, José Paulo Correia

Saída do Porto Extremo pouco depois das 9h00m de Sábado. Chegada a Miranda do Douro cerca das 13 horas, hora do almoço.
Reunido o pessoal, fomos tratar de almoçar e desta vez visitamos o Restaurante do Hotel *** O Mirandês.
Terminada a refeição, fomos fazer o check-in ao Parque de Campismo de Miranda, acabado de ser remodelado e com excelentes instalações.
Terminada a “instalação”, fomos fazer um “reconhecimento” das redondezas, com destaque, no seu belo parque citadino, com um percurso para manutenção, pista/trilho pedestre e paredes de escalada.

No Domingo dia 28, pelas 8,00H da manhã, o grupo juntou-se aos restantes inscritos na caminhada ao Trilho dos Chibiteiros.
Em bom ambiente, seguimos de autocarro, até Torregamones, onde iniciamos a caminhada com um grupo de cerca de 30 elementos.
Para melhor interpretarmos e entendermos toda a importância dos Chibiteiros/Chiviteiros, tivemos a distinta presença do Professor Hermínio, que com o seu grande conhecimento e gosto pela história e pelos trilhos Mirandeses, deu um enorme contributo cultural ao nosso passeio.
Já de regresso ao lado português, e junto à barragem, iniciamos a subida para Miranda, ao centro social do grupo Mirandanças, onde fomos recebidos com um belo churrasco, muita simpatia e até um caldo verde.
Após a refeição, despedimo-nos destes bravos e simpáticos camaradas, e tomamos a direção de casa.
Assim se passou mais um fantástico fim-de-semana.

O Coordenador/ Secretária
Luís Teixeira / Cinda Rodrigues

20170423 SRA DO SALTO20170423 - VALONGO - SRA DO SALTO - VALONGO - Relatório

Nº de participantes – 28

Participantes: Arnaldo Costa, José Nunes, Dulce Gonçalves, José Costa, Cinda Rodrigues, António Pinto Rodrigues, Luís Teixeira, Armando Moreira, Maria Filomena Marcelo, Célia Vieira, Luís Rui, António Pinto, Orquídea Lima, Augusto Monteiro, José Manuel Silva, Alexandra Silva, Rosa Oliveira, Carla Mendes, Maria Graça, Joaquim Seca, Gabriel Coelho, Manuela Bessa, Cristina Martins, Lino Barros, Cristina Magalhães, Ana Paula Sousa, António Sousa e Fátima Ribeiro

Saída do LIDL pelas 9,30h.

E aqui vai a melhor descrição possível do evento, pela mão do nosso companheiro Luís Rui:

TPV img TPV - Técnicas de Progressão Vertical

 

"... A espeleologia dificilmente pode ser considerada de competitiva. Contudo, através das técnicas convencionais criou-se um conjunto de modalidades de competição desportiva, dirigidas a avaliar a velocidade, a resistência e a técnica dos atletas. ..." botao tpv 

 

(excerto do documento da prova do 1º Campeonato Nacional de TPV 2011 - Valongo)

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