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20170122 - PR10 SEVER DO VOUGA - TRILHO DO GRESSO – Relatório

Talvez o percurso menos interessante de todos os que realizamos até esta data.

Valeu pela aventura e nada melhor que as palavras do nosso companheiro Luís Rui que acompanharam as fotos por ele publicadas para servir de relatório deste evento

“parte 1. da chegada ao ponto de partida, uma visita rápida a igreja do local e de encontra 2 bolas de Berlim, por desejos, lá fomos seguindo a estrada para chegar ao caminho dos "espigueiros" dos Kiwis ainda na ramada, dos mirtilos que por aqui abundam, da boa disposição nesta manhã soalheira e limpa, chegamos à capela do linheiro, onde o santo parece ter perdido o olhar, refrescamos-nos nas fontes e passamos por locais floridos e luminosos tal a manhã e chegamos a zona dos moinhos... continua

Parte 2. E tal como amanhã crescia em luz e calor, de Inverno, o caminho crescia em surpresa era um caso e motivo para mais uma sequência de registos. Agora foi o portal no caminho, com trinco e com recomendação de o último o fechar. Todos passaram para passar a ver os moinhos e as suas levadas onde a água cantava em pequenas "cachoeiras". passamos à levada mãe que se estendia por centenas de metros num trilho estreito e radical, até que acabou e acabou o trilho visível, (Há ainda indício do último fogo que deve ter originado alteração do terreno devido às máquinas de combate) nada que assustasse. O caminho faz-se caminhando e assim o fomos fazendo a corta mato. Foi um tempo radical de improviso. passar por baixo das silvas, por cima dos troncos caídos, equilibrando-nos sobre pedras que boliam e mata e mais mato até que, por dois paus e muito braço renascemos de novo para um "caminho corta fogo". Respiramos. agrupamos, fotografamos-nos e partimos à prura de um lugar para almoçar,,, mas até lá vamos indo e vamos vendo a paisagem... continua...

Parte 3. estávamos pela quase hora do almoço, ao nível da água que corria por baixo da ponte e o chão estava molhado, como se isso fosse um problema do Caminheiro, mais à frente, bastante mais á frente, não havia sol, como se isso fosse problema para o Caminheiro, e por fim assentamos sobre um tapete de ouriços e folhas de castanheiro, lindo de ver, enquanto se desenfardava do farnel o petisco, ainda houve tempo para uma sesta tipo indiano, sobre os picos dos ouriços que se revelaram ainda com castanhas bem saborosas, que rivalizaram com a Ginginha da marca MGraça F. Basto e do café quente tipo JoséDulce Nunes. reconfortados com o repasto partimos para os 6 km finais onde se viram coisas nunca vistas e reveladas nua foto qualquer, mais adiante, como seja as mimosas com brincos de princesa, várias provas de frutos surripiados à socapa e outros oferta da senhora que vigiava as "pêras melão" ou a mini tangerina que o Coordenador Arnaldo Costa conseguiu ver e foi apanhado a apanhá-la... e foi uma tarde farta de tudo até e para além da Portela onde coisa rara e documentada na última foto, logo a seguir ao gato desfocado ( não entendi os Gatos hoje, estavam esparramados ao sol e quando sentia a máquina a focar eles desapareciam, neste ainda lhe apanhei o rasto) mas dizia no que toca a animais, depois de águias e leões, salvei o dia com o animal raro nesta paragens e quiçá único, que ali estava a saudar quem passa ( e imagino que alguns, que ali passaram, o vão ver só agora, digam lá... ) e assim se passou + 1 dia de "dar aos Pen@ntes" ...FIM

TPV img TPV - Técnicas de Progressão Vertical

 

"... A espeleologia dificilmente pode ser considerada de competitiva. Contudo, através das técnicas convencionais criou-se um conjunto de modalidades de competição desportiva, dirigidas a avaliar a velocidade, a resistência e a técnica dos atletas. ..." botao tpv 

 

(excerto do documento da prova do 1º Campeonato Nacional de TPV 2011 - Valongo)

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