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Três dias sem tomar banho?... Cumpriu-se a profecia! 1.º dia – 10 de Junho (Quarta-Feira) Partimos conforme previsto, e com o normal atraso nestas coisas (…), tendo como destino os Picos de Europa.
Embora a consulta prévia do boletim meteorológico nos tenha dado alguma tranquilidade, a cara que o dia nos mostrou não se afigurou a melhor, o que nos levou a pensar que se iria “boicotar” a pequena marcha de apresentação (para os que não conheciam) do vale de Valdeon, prevista à nossa chegada. A viagem decorreu com a normalidade esperada, com algumas paragens para meter carburante nas máquinas de marcha, que teriam de estar a 100% (ou 200%) para o arranque do dia seguinte. À medida que nos aproximávamos do destino o dia ia mostrando uma cara mais feliz, concedendo-nos a entrada em grande no vale de Valdeon, pelo Porto de Panderruedas (onde existe um excelente mirante para fotografias). Foi assim, em animada euforia, que entramos no coração dos Picos. Após os trâmites normais de alojamento, em albergue local (Albergue La Cuesta – Los Lanos de Valdeon), decidimos que era tempo de ir desentorpecer as pernas. Iniciamos assim uma pequena (…) marcha pelo vale, com arranque em Los Lanos de Valdeon, passagem obrigatória pelo Mirador del Tombo (em Cordiñanes – outro excelente ponto para fotografias), com um monumento dedicado ao rebeco - Rupicapra pyrenaica parva (espécie de cabra montês que povoa os cumes dos Picos), descida para o Monte Corona, visita ao Chorco de Los Lobos (fojo dos lobos), ermida da Sr.ª de Corona, e subida (a corta mato por prados, bosques e mesmo canais abertos por avalanchas) para a Fuente de La Farfada, com avistamento de um corço a pastar. Foi na subida para a Fuente de La Farfada que um dos companheiros de marcha decidiu ir ver se a água do rio Pegera estava fria ou quente. É que atravessar rios de degelo por cima de troncos escorregadios tem muito que se lhe diga... Escusado será dizer que o nosso pequeno percurso de reconhecimento terminou em marcha nocturna (sem frontais), por volta das 11:00 locais (10:00 portuguesas). 2.º dia – 11 de Junho (Quinta-Feira) A alvorada com nevoeiro levantou-nos alguns receios, dado que íamos efectuar uma ascensão por rota não marcada. Felizmente que esses receios se desvaneceram tão depressa quanto o nevoeiro, o qual se localizou em manto alto (camada por volta dos 1000m). Saímos com destino à localidade de Cain, no arranque da mítica Ruta del Carres, onde largamos a viatura. Mas o nosso destino era outro, bem mais íngreme por sinal. Preparados para o embate, iniciamos a nossa ascensão para o coração do Maciço Central, almejando alcançar Vegarredonda, onde pernoitaríamos no refúgio. Iniciada a marcha, ascendemos a Cain de Arriba, antigo núcleo habitacional de pastores, ainda hoje utilizado, de onde partimos para a majada (branda – agrupamento de casas destinadas a abrigo sazonal de pastores transumantes) de Mesones, pelo canal do mesmo nome. Pelo canal de Mesones, à parte de uma paisagem abrupta que nos deixava sem palavras, deparamos ainda com enormes amontoados de gelo, túneis e cascatas formadas pelo degelo dos cumes. No canal houve que transpor dois pontos de passagem delicados, tendo um deles causado alguns problemas de vertigens a um companheiro de marcha. Refeição e demolha de pés na fonte da majada, onde penetramos num manto de nevoeiro. Findo o repasto prosseguimos na direcção do Hoyo Verde (uma gigantesca cratera formada pela erosão da rocha calcária, ao longo dos séculos, por degelos sucessivos). Entramos então no reino da rocha, dos rebecos (que se começaram a avistar aos bandos) e dos neveirões, tendo-nos deixado surpreendidos a quantidade de neve que ainda se acumulava naquelas paragens. Apesar de já termos deixado para trás o manto de nevoeiro, a neve teve o efeito perverso de nos ocultar a já pobre marcação do percurso, assegurada pelos hitos (mariolas) deixados por pastores e outros caminhantes. Foi assim que, socorridos de mapa e bússola, e com uma paisagem deslumbrante de picos nevados banhados pela luz do sol, e de um manto de nevoeiro a cobrir os vales, que demos entrada no Jou Sanctu (outra gigantesca cratera) pela passagem do Boquete. E foi a partir daqui que realmente houve asneira. Não sei se devido ao cansaço da enorme ascensão, se devido à desatenção na leitura do mapa ou se devido ao facilitismo da escolha de um trajecto mais acessível no meio daquela enorme cratera cheia de neve, o que é certo é que, supostamente, em vez de sairmos para o Jou de Los Asturianos creio que saímos para o Jou de La Canal Parda e, pior do que isso, ainda estávamos convictos que íamos na direcção certa. Só quem já subiu as íngremes paredes do Jou Sanctu, sobre neve, cascalheira (onde em cada dois passos para a frente se desliza um para trás) e paredes rochosas quase verticais pode compreender como a energia dispendida nesse hercúleo esforço já não nos permitisse ver o mapa nem as referências à nossa volta com a clareza e a atenção devidas. Mas para a frente é que era o caminho e, animados na nossa inocência de ainda irmos ao encontro de Vegarredonda, encetamos a nossa descida para os vales que se abriam à nossa frente. Sobe e desce, passa neveirão, passa afloramentos rochosos, só se via o dia a desaparecer (o que, diga-se de passagem, proporcionou óptimas fotos) e nada de Vegarredonda. Chegados à conclusão que se fazia noite e que haveria que desistir da demanda pelo refúgio, apontamos a uma veiga onde montamos acampamento. Hoje, quando olho para o mapa ainda fico com dúvidas se se tratava da Vega de Alisedra ou da Vega Las Perdices, convencendo-me mais da primeira, dado o rumo que tomamos no dia seguinte. 3.º dia – 12 de Junho (Sexta-Feira) Mais uma vez os Picos brindaram-nos com um dia de sol e céu límpido. Desmontado o acampamento, ainda nos convencíamos que estávamos perto de Vegarredonda, porque supúnhamos ter montado o acampamento na Vega de Justigallar (que fica mesmo ao lado). Ora como em Vegarredonda se inicia um percurso de fácil acesso aos Lagos e ainda tem a vantagem de possuir fontes, decidimos ir ao seu encontro. Obviamente que foi esforço e tempo dispendido em vão, dada a enorme distância a que nos encontrávamos. Após galgar inúmeras colinas, afloramentos rochosos e passar enormes neveirões, deparamo-nos com falta de água, o que iria implicar o recurso a fogareiro e neve. Foi aí que um ouvido atendo descobriu, num afloramento rochoso, um manancial quase à superfície. Houve que remover pedras e terra, mas aí tínhamos nós uma fonte de água pura, cristalina e filtrada (mau grado tenha lá esquecido os meus óculos de sol). Chegados à conclusão que a demanda de Vegarredonda era um caso perdido, e com as veigas dos lagos ao alcance da vista, decidimos enveredar por percurso improvisado nessa direcção. Pelo caminho fomos avistando, primeiro de forma um pouco desorganizada e dispersa e depois já com uma sequência lógica de marcação, diversos hitos (mariolas) que nos encaminhavam para os vales, na direcção dos lagos. E eis que avistamos uma majada, a qual localizamos no mapa como sendo El Tolleyu, dado que o descanso da noite nos ter permitido recuperar a clareza na leitura e interpretação do mesmo. Nova fonte, nova oportunidade para demolhar os pés maçados e comer algo. Oportunidade ainda para besuntar de novo as partes expostas com creme protector (factor 50), pois o sol castigava, e de trocar umas poucas palavras com um pastor esquivo e de poucas falas que por ali passava, que nos garantiu irmos na direcção certa. Majada d’El Tolleyu, enorme, de prados deslumbrantes onde pastavam centenas de vacas com os seus melancólicos chocalhos sempre a badalar. A sul, a permanente visão dos cumes cobertos de neve. Tempo de descansar e de almoçar. O “simpático” pastor que abordamos junto à fonte, mal nos vislumbrou a aproximarmo-nos da sua casa (curral?), fugiu a sete pés. Presumo que possua um certo espírito ermitão. Refeitos, prosseguimos para o Lago de La Ercina pela Vega El Paré e Vega El Texu, sempre rodeados das enormes manadas de vacas que por ali pastavam, e também de alguns rebanhos de cabras. O Lago de La Ercina. Não se pode descrever com palavras a visão grandiosa que se pode ter ao aproximar ou contornar as suas margens. Há algo de mágico, de espiritual. Uma ordem e harmonia que quase fazem vir as lágrimas aos olhos. Tempo de contemplação, tempo de introspecção. Gémeo de La Ercina, e tal como este de origem glaciar, o Lago Enol. Subidos ao mirador entrelagos ficamos com uma panorâmica privilegiada sobre estes magníficos espelhos de águas cristalinas, emoldurados por prados de um verde irreal e sempre com a omnipresença dos cumes cobertos de neve no horizonte. A democratização do acesso aos Lagos, facilitada pela estrada que ascende de Covadonga, leva a uma presença excessiva de “gado humano”, que atenua um pouco a paz e magia que se poderia sentir numa situação de hipotético isolamento. Por outro lado permite que haja um poiso onde se pode apreciar uma boa cerveja gelada, a título de prémio por dois dias de esforço continuado. Dada a hora da chegada, e com enorme lástima, já não foi possível efectuar a visita ao Centro de Interpretação D. Pedro Pidal, onde de uma forma metódica e organizada se cativa o visitante a absorver todo um conjunto de conhecimentos técnicos, históricos e científicos acerca do Parque. Refúgio Cabaña de Pastores, sito nos prados que ladeiam o Enol, sem lugar para três pernoitarem. É assim que somos forçados a prosseguir marcha, pois a esta cota (aproximadamente 1000m) é absolutamente interdito acampar (e muito menos nas “barbas” dos guardas). Um companheiro de marcha começa a acusar enormes dores num tendão que já vinha, desde o início, a ameaçar que poderia dar problemas. Na Majada de Belbín, de grande actividade pastoril, nenhum alojamento disponível nem para oferecer nem para alugar. E sempre a recomendação de não montar acampamento sob pena de podermos ser autuados. E o nosso companheiro nada melhor da perna. Arriscamos avançar para o Valle de La Guelga, mais afastado, mais discreto, onde infligimos a lei e montamos acampamento. Embora o sítio escolhido tenha sido excelente, a fonte ficava a 10 minutos de percurso, o que implicou uma deslocação vespertina e, no dia seguinte, uma deslocação matutina para abastecimento de água e lavagem de loiça. É então que o nosso companheiro de marcha, nada melhor do tendão, toma a dura decisão de desistir de prosseguir caminho no dia seguinte. 4.º dia – 13 de Junho (Sábado) De novo, e apesar do que a previsão meteorológica inicial indicava, os Picos presenteiam-nos com mais um dia de sol e céu límpido. Por casualidade, o acampamento foi desmontado a tempo de não sermos avistados por um helicóptero de ronda do parque, o que nos deixou tranquilos, pois estávamos a infligir a lei local, que impede acampamentos de marcha a menos de 1600m de altitude. Foi aqui que, dolorosamente, tivemos que nos despedir do nosso companheiro de marcha, que seguiu para o refúgio Cabaña de Pastores, onde esperava arranjar lugar para pernoitar para Domingo, descendo então para Covadonga, onde o iríamos apanhar de carro. Os restantes continuaram a Ruta de la Reconquista, interceptada no dia anterior perto da Majada de Belbín, a qual deve o seu ancestral nome à fuga dos soldados mouros, após pesada derrota em Covadonga, às mãos do exército liderado por D. Pelayo, que viria a tornar-se o primeiro rei cristão da península. O trilho, muito batido e com a marcação oficial de grande rota (que no local é com risca branca e vermelha), não apresentava dificuldades de maior. Arrancou-se numa sucessão de majadas: Parres e Arnaedo, sempre com a constante presença do efectivo bovino que pulula aquelas paragens. Os chocalhos eram como música para os ouvidos (só não percebo como é que as vacas não enlouquecem a ouvir aquela sinfonia todo o dia). Após subida acentuada, seguida de descida do mesmo calibre, dá-se entrada na vasta Vega Maor, a qual é perfeitamente assinalada pela presença de uma enorme sigma (gruta vertical): Pozo de Los Texos. Sabe-se que ainda existe um pastor transumante que passa parte do ano neste lugar inóspito. É a partir de Vega Maor, que se inicia a descida para a mítica Garganta Del Carres. Primeiro de uma forma relativamente suave (...), até à Majada de Óston. Depois... nem é bom falar. Entra-se de novo no espaço das grandes paisagens, onde subitamente nos sentimos esmagados pela verticalidade daquelas penhas, coroadas por uma manto branco de retalhos de neve. De novo um manto de nevoeiro se estende aos nossos pés, enchendo todo o vale como se de uma nuvem gigante de algodão se tratasse. Era esse nevoeiro que escondia o suplício do calvário da descida que teríamos que enfrentar após Óston. Hora e meia a castigar os joelhos e pés, já cansados da comprida jorna que haviam suportado até então, num ziguezague de um caminho dito de cabras, mas que julgo que até estas tenham dificuldade em percorre-lo, feito de pedra e cascalho, numa estreita e íngreme garganta, e baptizado pelos respectivos criadores como Canal de Culiembro, que era o nome da pequena localidade que existiu na sua base, e da qual restam apenas hoje duas casas. Mas o cantar longínquo das águas do Cares, no seu leito pedregoso, chamava-nos para baixo, e tínhamos de continuar. Ao longo do canal, à parte de um amontoado constante de pedras de todas as dimensões, ainda se pode avistar um curioso curral, para o qual os antigos pastores aproveitaram uma gruta natural existente numa parede rochosa vertical. Chegada a Culiembro. Os pés latejavam dentro das botas a ponto de dar a sensação de que iam estoirar. Nem imersões prolongadas nas águas geladas do canal pareciam surtir efeito. Só após uma paragem prolongada, onde se almoçou e ainda se dormitou um pouco à sombra das frondosas nogueiras, é que estes ficaram em condições mínimas de nos permitir continuar a marcha. O Carres! A garganta divina. Por mais de mil vezes que se cruzem aquelas paragens, a sensação será sempre a mesma, de um êxtase absoluto. É no Carres que se sente a grandiosidade esmagadora dos Picos. A garganta, as grutas, os desfiladeiros, o trabalho de Titans de uma geração de empreendedores que rasgaram, no ventre da montanha, aquela senda impossível! Não pode haver palavras para descrever tal visão. As cristalinas águas azuis do rio. As cascatas dos arroios dos degelos, as surgências subterrâneas que engrossam aquele caudal, o constante cantar da água... Mas não há bela sem senão, e à semelhança dos Lagos, o acesso facilitado permite que naquela senda desfile, à parte de um pequeno grupo de montanhistas de coração, toda uma procissão cómico-ridícula que, se não fosse o impacto negativo, quase se poderia tornar hilariante. Ela vai desde os passeadores de cães (e os coitados dos bichos sofrem, dada a imbecilidade dos donos), ao sujeito anafado semi-calvo com rastas à Bob Marley, ao grupo do jardim escola, à senhora de sapato de meio tacão e carteira ao ombro (indumentária mais apropriada para ir ao El Corte Inglés), etc., etc., etc. Mas se nos abstrairmos, o que é fácil dada toda a envolvência grandiosa, entramos verdadeiramente num estado de contemplação. Diga-se ainda que, quer queiramos quer não, metade do tempo dispendido ao efectuar a Ruta del Cares é passado a tirar fotografias. É algo mais forte que nós, e só mesmo um cartão de memória cheio ou uma bateria de máquina em baixo poderão controlar esse ímpeto. Chegados ao final da Ruta aproximam-se os maiores túneis e a represa, que afinal é a razão de existir desta senda. A Ruta del Cares, tal como actualmente existe, foi rasgada na primeira metade do século 20, para servir de apoio à construção e manutenção de um canal de água de um sistema electroprodutor hidráulico, cuja central se localiza em Puente Poncebos, no extremo oposto da garganta. Anteriormente existia, na garganta do Cares, um conjunto de trilhos de circulação de pastores, dos quais ainda se podem observar alguns vestígios, mas que eram de tal forma perigosos que levavam à ocorrência de diversas mortes por despenhamentos muitas vezes seguidos de afogamento. Terminada a Ruta del Carres chegamos a Cain, ponto de partida, onde contemplamos de novo o trajecto da nossa ascensão (2.º dia de marcha), tendo havido tempo para tomar uma cerveja gelada, em jeitos de comemoração, lamentando ainda a ausência do nosso companheiro de marcha que ficara no Lagos. Deslocamo-nos de Caín para Posada de Valdeon, onde pernoitamos no mesmo albergue em que ficáramos à nossa chegada e, finalmente, tomamos banho... 5.º dia – 14 de Junho (Domingo) Partimos de Posada de Valdeon com destino a Covadonga, onde ficamos de apanhar o nosso companheiro. Optamos pela estrada que passa pelo Desfiladero de Los Beyos, que considero ser uma espécie de Ruta del Cares em versão automóvel. Para não variar, é um percurso de uma beleza incomparável, onde mais uma vez nos sentimos esmagados pela grandiosidade dos Picos. Acompanhamos o rio Sella desde Oseja de Sajambre até Cangas de Onis. Após recuperarmos o nosso companheiro, no mosteiro de Covadonga (antes deste sentir vontade de se converter em monge, dada a extrema beleza e atractividade do local – imperdível, de visita obrigatória), rumamos a Cangas de Onis, para um pequeno passeio naquela sede de concelho e para compra de alguns recuerdos, após o que rumamos a Portugal, numa viagem atribulada por enormes trovoadas e dilúvios. Observações / Recomendações 1. O nosso Companheiro de actividade que teve de desistir de prosseguir a marcha devido a problemas no tendão soube aproveitar bem o tempo que lhe sobrou: descansou, visitou o centro de interpretação dos Lagos (D. Pedro Pidal), confraternizou com outros montanhistas e visitou o mosteiro de Covadonga. A lição que devemos tirar é que não devemos transformar um percalço que nos ocorra numa fatalidade mas sim tirar o melhor proveito da situação. É também por estas e por outras situações semelhantes que os grupos de montanha não devem ser constituídos por menos de 3 pessoas. 2. Em zonas de grande concentração de gado caprino (leia-se Cain de Arriba) apanham-se pulgas. Inicialmente somos levados a pensar que estamos a ser atacados, à noite por mosquitos, mas ao fim de um ou dois dias começamos seriamente a duvidar disso. Para evitar este desconforto o ideal é ir munido de um bom repelente de insectos, devidamente aplicado e espalhado sobre as partes do corpo que possam servir de trampolim àqueles parasitas. Não esquecer também o Fenistil, caso o método preventivo falhe... Fotografias de: Nuno Pinheiro - http://www.altorelevo.org/ - Fotografias / Fotos Sócios / N. Pinheiro – Picos Europa – Junho 2009 Tiago Macedo - http://www.altorelevo.org/ - Fotografias / Fotos Sócios / Tiago Macedo – Picos Europa (Maciço Ocidental) Carlos Mendes - http://www.altorelevo.org/ - Fotografias / Fotos Sócios / (a aguardar...) |